SCUTS e o sexo a 3….
Este governo traiu um pacto informal com o seu povo, quando deu a entender que não iria cobrar portagens nas SCUTS, esse pacto alterou-se quando um terceiro elemento se manifestou contra isso…e como sabemos nas relações a 3 há sempre uma parte que fica prejudicada…e quem é sempre o lado mais fraco na relação com os partidos….nós o povo.
Bastou a BRISA ter feito continhas de somar e dividir para ir logo fazer queixa à parte mais forte da relação, isto é, que culpa temos de eles terem prejuízo nos troços onde estão estas SCUTS inseridas, já não bastou forçarem-nos a ter relações com eles quando nós andamos nas suas auto-estradas cheias de obras, em que o nosso bilhete de portagem que devia garantir pelo menos 85% da viagem a uma velocidade de 120 km/h e na realidade tínhamos, com sorte, o inverso isto é os 15% a essa velocidade.
Agora que eles concluíram essas obras e vêem que não seriam tão necessárias, visto as SCUTS garantirem esses trajectos com um suficiente sucesso. Eles viram-se para os governos e efectuam as suas chantagens emocionais….e pronto lá vai o povo ter que pagar portagens nessas SCUTS. Para aos poucos chegarmos à conclusão que pagar por pagar vamos pelas auto-estradas. A BRISA passado uns tempinhos começa a voltar a ter o tráfico por si estimado e consequentemente nós pagamos essas obras, tudo lucro para eles.
Mas são tão fraquinhos estes do lado mais forte dos 3, que não conseguem ver que a médio prazo ganhavam mais com as SCUTS livres de portagens, pois se seccionarmos os troços… e analisarmos os impostos anuais pagos às autarquias locais das empresas lá criadas devido a esses acessos privilegiados. Ao fim de uns anitos teriam esse troços pagos, fazendo o somatório entre autarquias via-se que ficaria paga a respectiva SCUT de início ao fim do troço.
Resumindo, mesmo numa relação a 3 consegue-se criar lobbys e os consequentes interesses paralelos.
Este governo traiu um pacto informal com o seu povo, quando deu a entender que não iria cobrar portagens nas SCUTS, esse pacto alterou-se quando um terceiro elemento se manifestou contra isso…e como sabemos nas relações a 3 há sempre uma parte que fica prejudicada…e quem é sempre o lado mais fraco na relação com os partidos….nós o povo.
Bastou a BRISA ter feito continhas de somar e dividir para ir logo fazer queixa à parte mais forte da relação, isto é, que culpa temos de eles terem prejuízo nos troços onde estão estas SCUTS inseridas, já não bastou forçarem-nos a ter relações com eles quando nós andamos nas suas auto-estradas cheias de obras, em que o nosso bilhete de portagem que devia garantir pelo menos 85% da viagem a uma velocidade de 120 km/h e na realidade tínhamos, com sorte, o inverso isto é os 15% a essa velocidade.
Agora que eles concluíram essas obras e vêem que não seriam tão necessárias, visto as SCUTS garantirem esses trajectos com um suficiente sucesso. Eles viram-se para os governos e efectuam as suas chantagens emocionais….e pronto lá vai o povo ter que pagar portagens nessas SCUTS. Para aos poucos chegarmos à conclusão que pagar por pagar vamos pelas auto-estradas. A BRISA passado uns tempinhos começa a voltar a ter o tráfico por si estimado e consequentemente nós pagamos essas obras, tudo lucro para eles.
Mas são tão fraquinhos estes do lado mais forte dos 3, que não conseguem ver que a médio prazo ganhavam mais com as SCUTS livres de portagens, pois se seccionarmos os troços… e analisarmos os impostos anuais pagos às autarquias locais das empresas lá criadas devido a esses acessos privilegiados. Ao fim de uns anitos teriam esse troços pagos, fazendo o somatório entre autarquias via-se que ficaria paga a respectiva SCUT de início ao fim do troço.
Resumindo, mesmo numa relação a 3 consegue-se criar lobbys e os consequentes interesses paralelos.